As 60 bordadeiras do povoado de Entremontes, trabalham em cooperativa e fizeram parte da ação Comunidade Solidária (em 2000).

Lençóis e fronhas, almofadas, toalhas de lavabo, cestas de pães foram decorados por elas com o ponto batizado de Rendendê.

O fotógrafo Rômulo Fialdini esteve em Entremontes e registrou as bordadeiras

A jornalista Izildinha Carderari é a principal responsável pela pesquisa que resultou nos produtos acima.


Rendendê

A técnica é minuciuosa: o tecido é desfiado em determinados pontos, formando espaços vazios com formas geométricas, milimetricamente distribuídos. O acabamento ganha a beleza de outras técnicas, como o bilro, a renda irlandesa ou barras em crochê.


Redendê








Olhem o resultado maravilhoso que as mãos de fada das artistas de nosso país são capazes de executar, com nobreza, com leveza, com nossas raízes.

Rendendê, traz motivos geométricos que seguem a direção do fio do tecido dando um acabamento leve e sofisticado às peças.

Viajando pelo Brasil em busca das expressões artísticas das mais autênticas, chegou-se a Entremontes, pequeno distrito da cidade de Piranhas, na margem alagoana do Rio São Francisco. Mulheres começam cedo na lida doméstica, criam seus filhos e como artistas da linha e da agulha, se debruçam sobre os bastidores e dão vida ao REDENDÊ.
Trabalham em cooperativa como aprenderam com o projeto Comunidade Solidaria do Governo Federal de 2000.

O Resultado

Ao olhar esse sofá, essas almofadas,
dá para imaginar a trajetória,
o trabalho de seres humanos que
se dedicaram e se envolveram nestes produtos?
PENSE NISSO!
o valor das coisas esta alem do físico, do pálpavel......